terça-feira, 22 de novembro de 2011

Um elefante "Manoele"

Confesso que pensei em desistir quando vi esta tarefa. O 23 coisas tem vindo a perder gás. Na minha modesta opinião isso não é bom: ao perder-se o ritmo, perde-se a motivação. Ainda por cima  a tarefa era complicada, mas, como se sabe, os elefantes têm muitas qualidades: uma delas a paciência... e como não gosto de deixar nada a meio deitei mãos à obra. Aí está o resultado final:


Quando tiver disponibilidade entrarei com mais pormenor nas ferramentas de edição para tentar melhorar o filme... Neste momento mais parece de terror, execeptuando a música, que consegui editar, e que suaviza a "coisa".

Passo o assunto, potencialidades da ferramenta, para gente mais qualificada. Direi únicamente que são tudo aquilo que se quiser como pude comprovar com a experiência que realizei.


Do vosso Elefante Verde a caminho dos Óscares...

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

O elefante e o piu,piu...

Amigos,
Confesso que não percebi como era feito o registo da tarefa "piu,piu" no 23 coisas. Mas que não seja por causa disso que não vou ver o que se passa com o meu colega da força aérea, de seu nome Twitter.
Há uns tempos atrás li, não sei onde, que José Afonso Furtado, tinha sido considerado (penso que nos Estados Unidos), um dos 10 twitters mais influentes. Resolvi pois ir "cuscar" o seu Twitter. E lá estão 59.536 tweets e 9.148 seguidores, o que comparado com os números que encontrei numa pesquisa rápida, por outros sítios, me levam a concluir que algo de interessante se discute por aquelas bandas.
Não gosto do Facebook, mas gosto do Twitter por várias razões: as mensagens são curtas e concisas o que obriga a um exercício de escrita que não faz parte da nossa cultura, mas sim da anglo-saxónica. Mais ainda: o que há a dizer tem que ter interesse e ser relevante para não se cair na desgraça de ter 5 seguidores, que provavelmente serão o marido, o pai, a mãe, o filho e com sorte a avó. Poderia acrescentar uma terceira razão para os casos de sucesso: obriga a escovar o inglês contribuindo para que "burros e elefantes velhos  aprendam línguas".

terça-feira, 4 de outubro de 2011

O elefante está com anemia

Amigos e companheiros,

Antes prevenir que remediar! Fiquei com um ataque de anemia ao pensar que o fotógrafo da minha anterior fotografia podia não gostar que ela andasse por aí à solta. Vai daí, resolvi mostrar-vos outra...sim, sou eu, mas numa fase da minha existência em que estava com uma grave crise de anemia. Passei de verde a cor de elefante quando foge.
O meu amigo, Kalyan Varma, que é um bacana diz que as suas fotos são "creative commons attribution noncommercial-share alike license", pelo que, apesar de não estar lá muito bem, prefiro de longe ser livre e andar em paz por esta selva!

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Não há memória de um elefante no Facebook

Confesso que sou um elefante pouco dado a Facebboks e similares. Vendo bem, no meu habitat natural tenho muitos amigos com quem partilhar e a beleza da savana provoca-me o desejo da descoberta real e não da virtual.
Mas, como alguém sábio disse, o saber não ocupa lugar (e quando falamos de elefantes a ocupação de lugares não é coisa de pouca importância!). Vai daí, e como a curiosidade me está nos genes, toca de experimentar. Se é para ficar? Não sei. On va voir...

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Não quero ser trombuda, mas...

Foi-nos pedida uma opinião crítica sobre as redes sociais e a sua utilização.
Declaro, desde já, que não sou como o meu "colega Coelho (do reino animal)"...o Passos, nosso 1º, que vê esqueletos nos armários. Não vejo, mas que os há, há.
Vem isto a propósito de ainda não ter visto neste curso qualquer referência aos abusos nas redes sociais. Dos usos, estamos sempre a falar.
Em conversa, física e não virtual, com a nossa colega da "Guerra das Estrelas", fiquei a saber que a própria Comissão de Protecção de Dados irá elaborar recomendações sobre a informação que não deve ser disponibilizada nas redes socias. E aqui, não se fala de nada disto?
Estou enganada, ou não faltará aqui uma análise "SWOT" (código para os colegas que fizeram o FORGEP)? Não devemos igualmente analisar as ameaças e os pontos fracos da WEB 2.0.? Parece-me, salvo melhor opinião, que só temos falado de oportunidades e pontos fortes.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

O que Pedro diz de Paulo, diz mais sobre Pedro, do que sobre Paulo?

O que tem isto a ver com a 10ª tarefa? Aparentemente nada...

Não ignorando a utilidade das ferramentas web 2.0, questiono-me sobre o interesse do muito que é editado neste mundo virtual, de acesso ilimitado, por muitos dos Pedros que dele fazem uso.
Não querendo cair no mesmo erro, deixo-vos com este desabafo, na certeza de que qualquer coisa que escrevesse agora, pouco ou nenhum interesse, teria para o comum dos mortais.
Como vêm o que Pedro diz, nada diz sobre Paulo...mas sim sobre Pedro!

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Um elefante à procura de uma Toca

Não é que um elefante se goste de meter na vida amorosa dos outros... mas há coisas que não se podem deixar passar.
Percorrendo, na wikipédia, a história da freguesia onde as minhas patas descansam depois de um dia de trabalho, Santa Maria dos Olivais (sim, aquele bairro de má fama mas de bom proveito), vejo que não existe uma única referência à "Toca". Erro grave, quando se sabe que foi um lugar de encontro de amores proibidos.
A "Toca" é património olivalense. Pode ser visitada in loco ou in livro. Basta apanhar o metro (linha vermelha) ou, para os mais comodistas, abrir os Maias na pág. ....Para mais informações, e agora que a curiosidade foi aguçada, consultem a Wikipédia em

http://pt.wikipedia.org/wiki/Santa_Maria_dos_Olivais_(Lisboa)
Quinta do Contador Mor